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Bispo Edir Macedo – Meu blog pessoal » Estudos
sábado, 13 de março de 2010

Arquivo da Categoria ‘Estudos’

Ele voltará!

domingo, 31 de janeiro de 2010

voltara

Nem todos acreditam. Mesmo entre os que creem, poucos O aguardam. Mas Ele voltará. Os últimos acontecimentos no mundo são sinais evidentes disso. Tsunamis, terremotos, chuvas torrenciais, epidemias e fome têm ceifado centenas de milhares de vidas. Somem-se a isso as drogas, violência e acidentes. Tudo parece se afunilar para o fim.

Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu. Lucas 21.10-11.

Nação contra nação fala de guerras entre países. Reino contra reino trata de conflitos religiosos. Pior do que guerras entre nações são os conflitos religiosos. Por conta disso, Jesus disse: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão.” (Mateus 10.21)

Esse clima de terror e morte já existe. A tendência é aumentar ainda mais. Mas, ainda não é o fim. Ele se aproxima a passos largos.

Antigamente, Final dos Tempos era assunto apenas no altar. Hoje, os cientistas estão tão certos disso que falam abertamente. Um dos mais importantes canais de tevê do mundo está sempre trazendo matérias sobre o assunto. As catástrofes mundiais parecem anunciar o fim. Mas, antes disso, vem a Grande Tribulação. Período de 7 anos do império anticristão.

No momento, vivemos o período da Pequena Tribulação. No final deste, o Senhor Jesus vai arrebatar Seus fiéis seguidores. Estes não sofrerão os danos da Grande Tribulação. Já os cristãos piratas sofrerão a fúria do império do anticristo.

Quem viver, verá…

O Selo de Garantia

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

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Nada nesse mundo é mais importante do que a garantia da salvação eterna da alma. Jesus disse: Qual o proveito de ganhar o mundo inteiro e perder a alma? É impossível conquistá-la e mantê-la sem a participação efetiva do Espírito Santo. Só Ele é capaz de ensinar, guiar, fortalecer, sustentar e manter os seguidores de Seu Filho no Caminho.

Todo ramo que não dá fruto é cortado. Permanece na árvore só o ramo que dá fruto. O Espírito Santo é a Seiva que dá vida ao ramo. Sem isso, ele seca.

Já vi muita gente ser curada de muitas doenças e enfermidades, liberta de toda sorte de espíritos imundos, conquistar vida econômica estável, enfim, alcançar maravilhas pela fé e, em seguida, abandoná-la. Infelizmente, a maioria se esquece que, se pela fé se conquista, pela dúvida se perde. A fé precisa de manutenção, do contrário, evapora.

Somente os selados com o Espírito Santo têm permanecido firmes. São os verdadeiros “chamados e escolhidos”.

Muitos Deus tem chamado, mas, poucos têm sido escolhidos. Injustiça Divina? Não. De forma nenhuma. Assim como a salvação da alma é oferecida a todos, também para todos tem sido o batismo com o Espírito Santo. O problema é que nem todos estão dispostos ao sacrifício da própria vida. Fazer o quê?

Todo bem material precisa de manutenção. O mesmo se dá em relação ao maior bem espiritual: a salvação da alma. O Espírito Santo é a Chama que impede a fé de se apagar. Ele é o Selo de garantia da vida eterna.

“…mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas…” (Atos 1.8)

O Sentido do Sacrifício

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

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Estamos vivendo um momento muito forte, no Brasil e  no mundo, com a grande campanha da Fogueira Santa de Israel.
Para quem será meu sacrifício, e qual a minha intenção em apresentá-lo?

A raiz que da origem à palavra sacrifício é, em latim, sacer. Esta raiz tem o sentido de algo que não pode ser tocado. Daí, passou a significar: o que pertence ao mundo do divino.
Sacramentum: no início, juramento prestado a Deus;
Sacrifícium: o que é oferecido a Deus e torna-se sagrado. Ou o próprio ato de oferecimento.
O estudo das antigas civilizações revela que todos os povos ofereciam sacrifícios a Deus ou a seus falsos deuses. Em Roma, na África, na Índia, etc. Na Bíblia, o sacrifício aparece logo no início da humanidade: “Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta.”(Gênesis 4:4)

Em todos os grandes acontecimentos, os homens ofereciam sacrifícios a Deus:
Noé (Gênesis 8:20); Abraão (Gênesis 22:1); Moisés: (Êxodo 29:38 e Levítico).

O sacrifício é algo que faz parte da natureza humana. As pessoas fazem sacrifícios o tempo todo, quer para si mesmas ou para seus deuses, o que devemos observar é para quem estamos apresentando o nosso perfeito sacrifício e qual a nossa real intenção em apresentá-lo. É evidente que o sacrifício traz a resposta imediata, mas temos que entender que o sacrifício não pode ser apenas um meio de livramento ou uma petição para uma determinada situação, e sim também uma forma de obedecermos a voz de Deus e, sobretudo, adorarmos mediante a fé sacrifical que exige renúncia, e que estejamos desprovidos e despidos de toda condição humana.

Falar sobre sacrifício não é para qualquer um. A palavra sacrifício tem um peso muito grande e até mesmo assustador. Muitos líderes de igrejas levam o povo a sacrificar, através de campanhas e propósitos, mas sequer tocam na palavra sacrifício, pois muitos deles têm medo de perder seus adeptos dizimistas e ofertantes. Por isso, pregam contra a própria cruz, que é o maior significado do verdadeiro sacrifício incondicional e desinteressado, sabendo que atrairão para si os leigos desinformados, fracos e dependentes sempre de terceiros. Admiro a Igreja Universal e seu líder, bispo Edir Macedo, e faço parte deste grande exército universal, pois todos que o fazem têm experiências a respeito do sacrifício.

Todas as pessoas que chegaram à igreja nessa época, com a alma saturada, cheia de sofrimento e dor, lançaram-se de cabeça, isso porque estavam numa situação de vida ou morte e, porque não dizer, ao fio da espada, apresentaram a Deus seus sacrifícios seguidos de petição, adoração, gratidão por terem a certeza de que seriam atendidas. E o resultado a esse ato é óbvio: tiveram suas necessidades atendidas, mas, infelizmente, hoje, por estarem supridas, não enxergam a necessidade de sacrificar.

“A nossa alma está saturada do escárnio dos que estão à sua vontade e do desprezo dos soberbos.” (Salmos 123:4)

A cada campanha de fé temos amadurecido no que significa para nós o sacrifício, assim como para cada homem do passado houve um significado diferente. Para uns, adoração, para outros, petição, para outros, agradecimento e para Abraão, obediência a Deus.

Devemos fazer uma pergunta a nós mesmos: “Para quem estou apresentando meu sacrifício? Para homens, para a instituição Igreja Universal do Reino de Deus ou verdadeiramente para Deus?”

Em suma: o sacrifício está no DNA daqueles que são nascidos de Deus.

“Quando oferecerdes sacrifício pacífico ao SENHOR, oferecê-lo-eis para que sejais aceitos.” (Levítico 19:5)

“Quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, quer em cumprimento de voto ou como oferta voluntária, do gado ou do rebanho, o animal deve ser sem defeito para ser aceitável. Nele, não haverá defeito nenhum.”(Levítico 22:21)

“Então, haverá um lugar que escolherá o SENHOR, vosso Deus, para ali fazer habitar o seu nome; a esse lugar fareis chegar tudo o que vos ordeno: os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e toda escolha dos vossos votos feitos ao SENHOR” (Deuteronômio 12:11)
A igreja do Senhor Jesus, infelizmente, está rachada ao meio. De um lado, um povo fraco e, do outro, um povo forte; de um lado, um povo vencedor e, do outro, um povo vencido. E isso porque de um lado temos um povo puro, mas covarde ao sacrifício e, do outro, um povo impuro, cheio de disposição para sacrificar. Quem dera tivéssemos um povo puro e cheio de disposição para sacrificar. Os testemunhos seriam inevitáveis.
“Todas as coisas são puras para os puros. Todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.” (Tito 1:15)

DIA 13 DE DEZEMBRO É O DIA DE ATENDERMOS AO QUE DEUS ESTÁ NOS PEDINDO EM TODOS OS ALTARES DA IGREJA UNIVERSAL, NO BRASIL E NO MUNDO.

NA FÉ,

Obreiro Marcos
Ribeirão Preto (SP)

Por que Abraão?

domingo, 29 de novembro de 2009

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A escolha de Abraão como patriarca principal segue o critério Divino na criação. Ou seja, escolher o melhor para gerar o melhor. Princípio fundamental na geração de qualidade. Semente de qualidade, frutos de qualidade.

O patriarca da nação de Deus precisava ter caráter do tipo de Jó: íntegro e reto, temente a Deus e que fugia do mal. Diferenciado dos demais de sua época.

O caráter de Abraão em relação aos seus contemporâneos o qualificava para servir como gerador da nação onde o Filho de Deus viria nascer.

Apesar de sua história não registrar qualquer feito milagroso extraordinário, seu caráter testemunhava a seu favor, além de sua fé.

Grande exemplo disso aconteceu no resgate do sobrinho. Na oportunidade, Ló havia sido preso e levado cativo. Abraão ajuntou seus homens mais capazes, nascidos em sua casa, e perseguiu os quatro reis que haviam prevalecido contra cinco reinados, onde estava Ló.

Abraão não só venceu os quatro reis como libertou Ló e os cinco reis que estavam presos. Além disso, resgatou todos os pertences roubados dos cinco reis. E como prova de seu caráter ilibado devolveu tudo aos seus proprietários.

Todas as pessoas nascidas do Espírito assumem a fé e, consequentemente, possuem caráter tal e qual o de Abraão.

Também sua lealdade a Sara, mesmo vivendo em meio à corrupção do gênero humano, atendia ao perfil fiel para o projeto do Criador. Nem a esterilidade dela serviu de motivo para interromper seu amor, fidelidade e consideração por todo o tempo em que viveram.

Na visão Divina, uma pessoa capaz de amar, ser leal e considerar a quem vê, também é capaz de fazer o mesmo em relação a Quem não vê.

O casamento de Abraão foi decisivo na sua escolha como Patriarca da nação de Israel. Os dois precisavam ter o mesmo espírito, a mesma fé, o mesmo objetivo.

Novas Fotos – Momentos de Reflexão – 23/10/2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Suicídio II

domingo, 18 de outubro de 2009

blog18102009

“Sua vida não tem valor”. “Ninguém se importa com você”. “Mate-se, e todo seu sofrimento vai acabar”. Será que pensamentos como estes têm sondado a sua mente, ao ponto de fazê-lo pensar que nunca mais viverá dias felizes?

Muitas pessoas, não conseguindo mais suportar a tristeza, a depressão e o vazio de suas almas, acabam chegando ao ápice do radicalismo, ao darem cabo de suas próprias vidas. Outras, levadas pelo desespero, quer pelo término de um relacionamento, ou devido a uma forte crise financeira, pensam seriamente em tirar suas vidas, como se esta opção fosse a única solução. A última porta a ser aberta.

No entanto, o que essa pessoa não sabe é que, acabando com a vida, acaba-se também com a única oportunidade que ela teria de verdadeira solução para o seu problema. Pois, é somente quando se está vivo, que a pessoa tem a chance de ser ajudada e ter sua vida transformada.

Eliminar algo finito e com prazo de validade, como é o caso do nosso corpo, não é pior do que ter algo eterno, como é a nossa alma, sendo levada ao pior de todos os sofrimentos: uma eternidade sem paz, literalmente.

Se o suicida raciocinasse, jamais pensaria em se matar. Isto porque seu poder de matar diz respeito apenas ao seu corpo e não a sua alma.

Se uma pessoa arrancasse sua língua, ficaria sem falar, mas continuaria vivendo; se lhe vazassem os olhos, ainda assim estaria vivo; se lhe arrancassem os braços e as pernas, mesmo assim sua vida continuaria, porque sua alma ocuparia o restante.

Isto é, o ser humano tem poder sobre o corpo físico, mas não sobre o espiritual. Ele pode fazer o que quiser com o seu corpo, mas com sua alma, nada pode fazer. Nem ao menos, tocá-la. É nisso que as pessoas, que pensam em se matar, deveriam refletir. Se elas acabassem com sua vida, isto é, com seu corpo físico, para onde iria sua alma, já que ela é imortal?

Será mesmo que os problemas do suicida afetam somente o seu corpo? E alma desta pessoa que quer se matar, aonde vai parar? Com toda sinceridade, não creio que vá para um lugar de remissão, descanso, ou de preparação para outra suposta vida.

Então, por que acabar com o corpo? Será que, acabando com a matéria, a alma ficará em paz?

Eu tenho uma sugestão: Se você pensa em suicídio; se estas palavras são o retrato do que você está vivendo neste momento, então, experimente fazer um pacto com Deus. Seja sincero para com Aquele que é o criador de toda a vida. Diga a Ele que, se de fato existe e é real, então, que mude sua história para a vida ou para a morte de uma vez!

Se houver sinceridade nesse pacto sua vida nunca mais será a mesma. Creia nisso, e você, sem sombra de dúvida, encontrará a paz que tanto almeja!

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Guardiões da Fé