Customized by: Vinicius Eloy Company: Arcauniversal.com
Bispo Edir Macedo – Meu blog pessoal » fé
quinta-feira, 11 de março de 2010

Posts com a Tag ‘fé’

Carta de um filho na fé

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Oi bispo,

Tudo bem com o senhor?

Fiquei muitissimo feliz de o senhor me permitir lhe escrever. Mas, eu nem sei o que escrever. Vem um monte de coisas na cabeça.

Escutei a reunião do senhor, de domingo, e me emocionei muito. É isso que acredito da Igreja Universal, uma fé sem igual e um amor inexistente neste mundo.

Quando eu era pequeno, o meu pai saiu de casa, como o senhor sabe, e nossa vida virou uma desgraça em tudo. Ninguém nos ajudou. Tivemos poucos, muito poucos, que até tentaram, mas não tinham condições, não tinham amor, não tinham paciência, não tinham Deus.

Ninguém conseguia nos ajudar. Procuramos ajuda de muitos: igrejas, espiritualistas, familiares, até no cemitério ia com minha mãe acender vela para o meu avô falecido.

As coisas só ficavam pior e aí que não tinha mesmo ninguém para nos ajudar. Todo mundo tem seus problemas e não querem saber do problema dos outros.

Foi então que fomos à Igreja Universal, em Pinheiros (São Paulo) e ali havia pastores que tinham paciência para nos ouvir e, o melhor de tudo, FÉ para lutar por nós. Foi através dessa fé que conheci o amor de Deus e o ódio do diabo.

Ao ouvir a oração do senhor em relação a humilhações e dor que o senhor e o povo passaram/passam, e lembrar de tudo que o senhor enfrentou de perseguições, desafios, e ainda mais ouvir o senhor dizer que não sabe o que fazer mais e até pedir que Deus tire a vida do senhor como se fosse um favor ao senhor, ah não bispo, isso não pode acontecer!

Se o senhor não sabe o que fazer, imagine eu? Eu sei que Deus dá direção para o senhor e todos nós precisamos do senhor. Claro que precisamos de Deus, mas só o senhor, através da Igreja Universal, nos leva a Deus. Não existe (que eu conheça) outra obra que nos leve a Deus.

Quando falo com minha mãe ou minhas irmãs (ainda falta uma tomar jeito), eu vejo o que o senhor fez por nós: nos levou a Deus!

Somente pelo fato de ter nos ajudado, já considero o senhor vencedor e perfeito.

Bispo, existem outras milhões de pessoas, como eu e minha família, que precisam do senhor para guiá-las ao Senhor Jesus!

Obrigado por, mesmo em meio a dificuldades, perseguições e calúnias, ter nos ajudado.

Oro sempre por toda a família do senhor: dona Ester, bp. Renato, dona Cristiane, bp Julio, dona Viviane, o Moisés. Só as vezes eu esqueço de mencionar o neto do senhor (rs). Assim, eu sei que pode acontecer de tudo no mundo, mas existe um homem de Deus.

Aqui, o trabalho vai seguindo. São muitas coisas para aprender. O que falta de experiência, a gente leva na fé e na misericordia de Deus até aprender, não é? E Deus tem abençoado a nossa vontade de ver as pessoas serem salvas, trazendo mais e mais pessoas.

Em breve, teremos mais uma igreja aberta. Falta detalhes.

Aprendi muito com o bp Renato e o bp Julio (e ainda aprendo, pois sempre me mandam as direções) e com o bp Pedro, que está agora na Inglaterra. As reuniões dele são muito legais. Até esquiar na neve ele me ensinou, é mole? Só na IURD.

Fica com Jesus, bispo, e um forte abraço meu.

Nós amamos Jesus e o senhor!

Guilherme, da Irlanda

Fé Arrojada

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

alto

A fé agradável a Deus é arrojada, mas jamais arrogante. Antes, tem como ingredientes a obediência e a humildade. Abraão foi o exemplo de fé.  Mas sua fé o justificou devido a sua obediência à Palavra Divina. Só os obedientes são humildes e os humildes são obedientes. Conclui-se, então, que a fé sobrenatural, inteligente, prática e que produz benefícios é acompanhada pela humildade.

Ai está a enorme diferença entre os reis Saul e Davi. Saul não foi humilde para obedecer a Deus. Sua desobediência custou-lhe a vida. No momento em que se viu apertado por uma situação de vida ou morte, preferiu se lançar sobre sua espada ao invés de buscar a compaixão Divina.  O mesmo aconteceu na zona sul do Rio de Janeiro. Um chefe de família, apertado pela situação econômica e não suportando a humilhação diante de seu círculo social, matou a mulher e duas filhas adolescentes e, em seguida, suicidou-se.

Davi era convicto que, por mais sujo e miserável que fosse, ainda assim poderia contar com a compaixão de Deus. Sua fé arrojada, mas humilde, o salvou.

A verdadeira humildade, a humildade de espírito, mantém aberta a porta de acesso ao Trono do Altíssimo.

Por conta disso, Ele promete: “Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos.” (Isaías 57.15)

A 4ª arma do diabo

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O diabo tem três armas para acabar com o homem e a mulher de Deus que estão ou querem ir para o altar. Porém, há mais uma que é fatal, e se o homem e a mulher de Deus não vigiarem, cairão por ela.

1. A primeira arma do diabo é colocar mulheres no caminho do homem de Deus, e homens no caminho da mulher de Deus. O diabo faz isso para enfraquecer o homem ou a mulher de Deus.
2. A segunda arma usada pelo diabo pode até mesmo parecer uma benção de Deus, que é a prosperidade. O diabo faz isso para que a pessoa prospere e perca o brilho pela obra de Deus no altar, pois ele sabe que se aquela pessoa chegar ao altar ela irá arrebentar. Obs.: Temos que ter uma vida abençoada antes de ir para o altar sim, porém, sem perder o foco do que queremos, que é salvar almas.
3. A terceira arma é o orgulho, pois o diabo consegue cegar a pessoa, fazendo com que ela não perceba que é orgulhosa, pois um orgulhoso, na maioria das vezes, não sabe que é orgulhoso.
Agora vamos a nossa história para você descobrir qual é a 4ª arma usada pelo diabo para destruir os que fazem a obra de Deus.

Havia um pastor em uma igreja que tinha sucesso em tudo o que fazia. Tinha comunhão com Deus e andava em santidade, orando, jejuando e lendo a Bíblia. Aonde ele ia, desenvolvia o trabalho. E mais, muitas pessoas se convertiam, pois ali havia curas, milagres, etc.

O diabo, vendo isso, fez uma reunião no inferno e enviou o primeiro demônio, a Pomba-girada. E ela falou para o pastor: Eu vou te derrubar!

O pastor logo amarrou o que o demônio falou, orou, jejuou, leu a Bíblia, fortaleceu o seu casamento, e ela foi embora.

O diabo convocou mais uma reunião e resolveu mandar o Oxuavareza para encher os olhos do pastor de ambição material. Novamente, o pastor orou, jejuou, leu a Bíblia, sacrificou tudo o que tinha e o diabo caiu por terra.

Revoltado, o diabo enviou Oxuorgulho para encher o coração do pastor de orgulho próprio. Mas o pastor orou, jejuou, leu a Bíblia, e se humilhou diante de Deus. E, mais uma vez, o diabo caiu por terra.

O diabo viu que todas as suas tentativas tinham sido frustradas. Irado, resolveu mandar aqueles três demônios ficarem na igreja daquele pastor para ver onde ele errava. E para lá eles foram, só estudando e marcando os passos dele.

Um dia, os três demônios, ainda sem pegar nada que pudessem usar contra o pastor, viram outro demônio passar por aquela igreja. Vinha ele lá de longe, devagar, usando bengala, com uma aparência cansada. E os três demônios começaram a zombar dele. “Seu velho cansado, o que está fazendo por aqui?” E então perguntaram o nome dele.

Ele olhou de lado, abriu um sorriso lateral sarcástico e disse: “Meu nome? Eu sou o OXUTEMPO. E vocês, o que fazem por aqui?”

E os outros demônios lhe contaram sua missão e como tinham fracassado até agora. Daí, ele disse aos três, “Esperem que eu vou dar ordem quando vocês devem agir.” E disse mais: “Não tenham pressa, pois eu sei como trabalhar.” E aquele demônio sutilmente começou a agir.

Primeiro, tirou o tempo daquele pastor, enchendo sua agenda de coisas para fazer. Logo, ele não tinha mais tempo para jejuar, e enfraqueceu. Depois, tirou o tempo daquele pastor para não ler mais a Bíblia, e ele não mais ouviu a voz de Deus. E sem ouvir a voz de Deus, sua comunhão esfriou. Foi aí então que aquele demônio deu a ordem para os outros entrarem em ação. E, assim, aquele pastor que arrebentava, caiu.

O tempo é a 4ª arma usada pelo diabo para esfriar a fé dos que não perseveram. Às vezes, ele nos faz muito atarefados. Outras, ele até causa um falso senso de bem-estar, faz as lutas cessarem durante um tempo para que nós nos acomodemos na fé. E é assim que ele nos derruba.

Lembre-se sempre de onde você veio, de onde você saiu, e do que Deus fez na sua vida para sempre se manter na fé. O vencedor não é o que começa, mas sim o que termina.

Bispo Renato Cardoso

Adaptei esse texto de um email que recebi, de autor desconhecido.


O espírito da palavra

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

palavra

A palavra tem poder. Quem fala, planta; quem ouve, colhe, diz o dito popular. Mas tanto um quanto o outro colhem frutos da palavra. A falta de percepção disso tem surtido gravíssimos prejuízos, não só aos que falam como aos que acreditam.

Muitas vezes, fala-se por falar. Às vezes, fala-se por conta do egoísmo de não querer ouvir. Outras, joga-se conversa fora para não ficar para trás. De qualquer forma todo blablabla tem seus efeitos para o bem ou para o mal.

A mãe diz para a (o) filha (o): “Você faz isto comigo, seu filho vai fazer pior com você. Os anos passam e chega a vez da filha deparar com situações piores com os seus filhos. E, então, vivencia aquela “praga” da mãe.

Pouca gente sabe que a palavra tem espírito. Se a palavra é má, produz tristeza, dor e morte. Mas, se é boa, traz alegria, saúde e vida.

Jesus usava o poder da palavra para curar os enfermos e libertar os oprimidos, etc. Todo o Seu trabalho se resumia no uso da palavra.

“O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos…” (Lucas 4.18)

Mas também usou a palavra para matar uma figueira. Com isso, deu sinal do poder da palavra também para o mal.

Os que trabalham com a mídia conhecem bem este poder. Daí a razão por que muitos me têm odiado sem me conhecerem. Não me atingem nem me provocam ódio por eu não beber de seus cálices. Mas sinto por aqueles que têm sorvido seus venenos.

Tenha extremo cuidado nas palavras que ouve, porque “o ouvido prova as palavras, como o paladar, a comida”(Jó 34.3)

O Sentido do Sacrifício

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

1

Estamos vivendo um momento muito forte, no Brasil e  no mundo, com a grande campanha da Fogueira Santa de Israel.
Para quem será meu sacrifício, e qual a minha intenção em apresentá-lo?

A raiz que da origem à palavra sacrifício é, em latim, sacer. Esta raiz tem o sentido de algo que não pode ser tocado. Daí, passou a significar: o que pertence ao mundo do divino.
Sacramentum: no início, juramento prestado a Deus;
Sacrifícium: o que é oferecido a Deus e torna-se sagrado. Ou o próprio ato de oferecimento.
O estudo das antigas civilizações revela que todos os povos ofereciam sacrifícios a Deus ou a seus falsos deuses. Em Roma, na África, na Índia, etc. Na Bíblia, o sacrifício aparece logo no início da humanidade: “Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta.”(Gênesis 4:4)

Em todos os grandes acontecimentos, os homens ofereciam sacrifícios a Deus:
Noé (Gênesis 8:20); Abraão (Gênesis 22:1); Moisés: (Êxodo 29:38 e Levítico).

O sacrifício é algo que faz parte da natureza humana. As pessoas fazem sacrifícios o tempo todo, quer para si mesmas ou para seus deuses, o que devemos observar é para quem estamos apresentando o nosso perfeito sacrifício e qual a nossa real intenção em apresentá-lo. É evidente que o sacrifício traz a resposta imediata, mas temos que entender que o sacrifício não pode ser apenas um meio de livramento ou uma petição para uma determinada situação, e sim também uma forma de obedecermos a voz de Deus e, sobretudo, adorarmos mediante a fé sacrifical que exige renúncia, e que estejamos desprovidos e despidos de toda condição humana.

Falar sobre sacrifício não é para qualquer um. A palavra sacrifício tem um peso muito grande e até mesmo assustador. Muitos líderes de igrejas levam o povo a sacrificar, através de campanhas e propósitos, mas sequer tocam na palavra sacrifício, pois muitos deles têm medo de perder seus adeptos dizimistas e ofertantes. Por isso, pregam contra a própria cruz, que é o maior significado do verdadeiro sacrifício incondicional e desinteressado, sabendo que atrairão para si os leigos desinformados, fracos e dependentes sempre de terceiros. Admiro a Igreja Universal e seu líder, bispo Edir Macedo, e faço parte deste grande exército universal, pois todos que o fazem têm experiências a respeito do sacrifício.

Todas as pessoas que chegaram à igreja nessa época, com a alma saturada, cheia de sofrimento e dor, lançaram-se de cabeça, isso porque estavam numa situação de vida ou morte e, porque não dizer, ao fio da espada, apresentaram a Deus seus sacrifícios seguidos de petição, adoração, gratidão por terem a certeza de que seriam atendidas. E o resultado a esse ato é óbvio: tiveram suas necessidades atendidas, mas, infelizmente, hoje, por estarem supridas, não enxergam a necessidade de sacrificar.

“A nossa alma está saturada do escárnio dos que estão à sua vontade e do desprezo dos soberbos.” (Salmos 123:4)

A cada campanha de fé temos amadurecido no que significa para nós o sacrifício, assim como para cada homem do passado houve um significado diferente. Para uns, adoração, para outros, petição, para outros, agradecimento e para Abraão, obediência a Deus.

Devemos fazer uma pergunta a nós mesmos: “Para quem estou apresentando meu sacrifício? Para homens, para a instituição Igreja Universal do Reino de Deus ou verdadeiramente para Deus?”

Em suma: o sacrifício está no DNA daqueles que são nascidos de Deus.

“Quando oferecerdes sacrifício pacífico ao SENHOR, oferecê-lo-eis para que sejais aceitos.” (Levítico 19:5)

“Quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, quer em cumprimento de voto ou como oferta voluntária, do gado ou do rebanho, o animal deve ser sem defeito para ser aceitável. Nele, não haverá defeito nenhum.”(Levítico 22:21)

“Então, haverá um lugar que escolherá o SENHOR, vosso Deus, para ali fazer habitar o seu nome; a esse lugar fareis chegar tudo o que vos ordeno: os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e toda escolha dos vossos votos feitos ao SENHOR” (Deuteronômio 12:11)
A igreja do Senhor Jesus, infelizmente, está rachada ao meio. De um lado, um povo fraco e, do outro, um povo forte; de um lado, um povo vencedor e, do outro, um povo vencido. E isso porque de um lado temos um povo puro, mas covarde ao sacrifício e, do outro, um povo impuro, cheio de disposição para sacrificar. Quem dera tivéssemos um povo puro e cheio de disposição para sacrificar. Os testemunhos seriam inevitáveis.
“Todas as coisas são puras para os puros. Todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.” (Tito 1:15)

DIA 13 DE DEZEMBRO É O DIA DE ATENDERMOS AO QUE DEUS ESTÁ NOS PEDINDO EM TODOS OS ALTARES DA IGREJA UNIVERSAL, NO BRASIL E NO MUNDO.

NA FÉ,

Obreiro Marcos
Ribeirão Preto (SP)

Dois erros comuns que muitos cometem

quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O Verdadeiro Merecedor

Muitos não obtêm resultados da fé por um destes dois erros comuns:

1. Considera-se pecador. Acha que não merece as bênçãos de Deus porque já fez muita coisa errada. Pensa que sua fé é pequena, etc. Se DIMINUI diante de Deus.

2. Considera-se santo, justo, cheio de méritos por ser trabalhador, honesto, dedicado, bondoso, etc. Por isso, acha que vai ser abençoado por sua justiça.

O problema é que Deus não opera em nenhum destes termos. Ele é conhecido por abençoar até prostitutas e ladrões, e também não abençoa a todos os ‘bonzinhos’.

Por quê?

A única coisa que importa para Deus na questão de abençoar alguém é se aquela pessoa manifestou a fé. Creu, agiu, levou. Não creu, fica chupando o dedo.

Na fé,

Bispo Renato Cardoso

bprenatocardoso.blogspot.com

O Exemplo de Abraão

terça-feira, 24 de novembro de 2009

abraao

“Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque era ele único, quando eu o chamei, o abençoei e o multipliquei.” (Isaías 51:2)

Por que Deus pede para que olhemos para Abraão? O que Ele quer nos mostrar? Se não houvesse algo importante, para que olhar para ele?

O que Deus quer nos mostrar é até que ponto Abraão chegou com a sua obediência, dando para Deus algo que não daria a ninguém devido a seu valor e importância: o próprio filho. Algo que era insubstituível.

Deus mostra um homem chegando ao limite de sua fé e Ele, a ponto de fazer um juramento, coloca-Se como garantia. (Gênesis 22.16)

Se a pessoa vir o que Abraão fez e fizer o mesmo, Deus fará em sua vida o que fez na vida de Abraão. A grandeza da fé de Abraão está na obediência.

Existem os que creem e os que não creem. Para quem olhar? OS QUE CREEM OLHAM PARA ABRAÃO.

Você crê que Deus pode mudar esta situação terrível que vive na família, no amor, na saúde ou na sua vida financeira? Então, use o seu Isaque e prove a Deus. E no altar você poderá dizer: “Deus, o Senhor já está me devendo porque eu também cheguei ao limite da minha fé!” E como Deus não pode ficar devendo nada a ninguém, VAI TER QUE ARREBENTAR!!!!

Deus abençoe abundantemente!

Bispo Romualdo Panceiro

Só a Fé Pura

sábado, 14 de novembro de 2009

Ação ou Oração?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

1

Saber separar o momento certo entre oração e atitude é fundamental na conquista dos benefícios da fé. Muitas vezes, apela-se à oração quando se deveria tomar atitude. Outras, toma-se atitude quando se deveria orar. Por conta disso, oportunidades são desperdiçadas e derrotas acrescentadas.

O exemplo de Moisés serve como lição. Ao sair do Egito, chegou diante do Mar Vermelho liderando três milhões de pessoas, dentre as quais anciãos, grávidas, crianças, recém-nascidos, animais, além de seus pertences. Na retaguarda, sob o comando do próprio Faraó, vinha o furioso exército egípcio armado até aos dentes. Moisés não tinha armas nem exército para se defender. A dificuldade de locomoção não lhe permitia fugir. Tecnicamente, não havia nenhuma saída.

Muitas vezes nos deparamos com situação semelhante. O que fazer? A gravidade daqueles momentos era tão intensa que Moisés nem orou. Mas clamou.

“Por que clamas a Mim? Mande o povo seguir em frente. E você estenda o cajado, toque o Mar e divida-o para o povo passar”, foi a resposta Divina. (Exodo 14. 15,16)

Deus tem provido Seu povo do cajado da fé. Tal ferramenta exige atitude. Fé é ação! Se há certeza absoluta, há fé. E, se há fé, por que orar ou mesmo clamar quando se sabe o que deve ser feito?

O Casamento da Fé e do Amor

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Página 1 de 41234»

Guardiões da Fé