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Bispo Edir Macedo – Meu blog pessoal » fogueira santa
terça-feira, 16 de março de 2010

Posts com a Tag ‘fogueira santa’

Minha própria novela romântica

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

A caligrafia era perfeita, a carta parecia que estava toda coberta de ouro, meus olhos ficaram azuis. O sentimento era inexplicável. Não foi a carta em si que tornou aquele momento tão especial para mim, e sim a maneira como tudo aconteceu a partir de uma simples confiança em Deus. É como se eu estivesse sendo recompensada por dar a Ele o domínio em minha vida.

Imediatamente me lembrei do sacrifício na campanha de Israel anterior. Havia sido um anel, mas não apenas um anel de ouro, ele era o meu único anel. Meu pai tinha me dado como presente de aniversário de 15 anos. Significava muito para mim, tanto que ele era tudo o que eu tinha para sacrificar. Eu não trabalhava, não tinha nenhum dinheiro nem nada de valor.

Após colocá-lo dentro do envelope, me senti orgulhosa da minha fé de certa forma, como se eu tivesse finalmente feito algo com ela em todos aqueles anos. Eu pedi a Deus por uma coisa naquele envelope, eu queria me casar com o meu primeiro namorado, o qual viesse dEle (e de ninguém mais).

Eu era a filha do bispo, todos queriam arranjar alguém para mim. Aos olhos deles, eu estava disponível. Aos meus olhos, eu não estava. Queria que Deus me preparasse alguém porque eu sabia que escolheria uma pessoa perfeita para mim. Deus sabia das minhas expectativas e assim não seria nada mais, nada menos do que eu esperava.

Quando Renato (hoje meu marido), do nada, me escreveu aquela carta de amor, sem nem ao menos ter me conhecido ou falado comigo, foi como se Deus tivesse escrito o romance perfeito para mim.

Eu não conseguia parar de sorrir e tenho a sensação de que Deus também não.

Na fé.

Cristiane Cardoso

Os dois Juramentos

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Deus fez dois juramentos: um para bênçãos e outro para maldição. O de bênçãos foi dirigido aos da fé constante; o juramento de maldição foi para os da fé inconstante.

E aqui está a grande diferença entre cristãos e “cristãos”. Os que realmente creem, mantêm a crença, custe o que custar. Não importam as lutas e desafios enfrentados nos desertos da vida. Há uma convicção íntima de vitória que os faz perseverar até o fim. Nas cartas apocalípticas o Senhor enfatiza a perseverança como condição da vitória.

Mas, para os “cristãos” de fé inconstante, a exemplo dos rebeldes filhos de Israel no deserto, nada lhes resta senão colher os frutos da ira de Deus.

“…jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso.” (Hebreus 3:11)

O Sentido do Sacrifício

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

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Estamos vivendo um momento muito forte, no Brasil e  no mundo, com a grande campanha da Fogueira Santa de Israel.
Para quem será meu sacrifício, e qual a minha intenção em apresentá-lo?

A raiz que da origem à palavra sacrifício é, em latim, sacer. Esta raiz tem o sentido de algo que não pode ser tocado. Daí, passou a significar: o que pertence ao mundo do divino.
Sacramentum: no início, juramento prestado a Deus;
Sacrifícium: o que é oferecido a Deus e torna-se sagrado. Ou o próprio ato de oferecimento.
O estudo das antigas civilizações revela que todos os povos ofereciam sacrifícios a Deus ou a seus falsos deuses. Em Roma, na África, na Índia, etc. Na Bíblia, o sacrifício aparece logo no início da humanidade: “Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta.”(Gênesis 4:4)

Em todos os grandes acontecimentos, os homens ofereciam sacrifícios a Deus:
Noé (Gênesis 8:20); Abraão (Gênesis 22:1); Moisés: (Êxodo 29:38 e Levítico).

O sacrifício é algo que faz parte da natureza humana. As pessoas fazem sacrifícios o tempo todo, quer para si mesmas ou para seus deuses, o que devemos observar é para quem estamos apresentando o nosso perfeito sacrifício e qual a nossa real intenção em apresentá-lo. É evidente que o sacrifício traz a resposta imediata, mas temos que entender que o sacrifício não pode ser apenas um meio de livramento ou uma petição para uma determinada situação, e sim também uma forma de obedecermos a voz de Deus e, sobretudo, adorarmos mediante a fé sacrifical que exige renúncia, e que estejamos desprovidos e despidos de toda condição humana.

Falar sobre sacrifício não é para qualquer um. A palavra sacrifício tem um peso muito grande e até mesmo assustador. Muitos líderes de igrejas levam o povo a sacrificar, através de campanhas e propósitos, mas sequer tocam na palavra sacrifício, pois muitos deles têm medo de perder seus adeptos dizimistas e ofertantes. Por isso, pregam contra a própria cruz, que é o maior significado do verdadeiro sacrifício incondicional e desinteressado, sabendo que atrairão para si os leigos desinformados, fracos e dependentes sempre de terceiros. Admiro a Igreja Universal e seu líder, bispo Edir Macedo, e faço parte deste grande exército universal, pois todos que o fazem têm experiências a respeito do sacrifício.

Todas as pessoas que chegaram à igreja nessa época, com a alma saturada, cheia de sofrimento e dor, lançaram-se de cabeça, isso porque estavam numa situação de vida ou morte e, porque não dizer, ao fio da espada, apresentaram a Deus seus sacrifícios seguidos de petição, adoração, gratidão por terem a certeza de que seriam atendidas. E o resultado a esse ato é óbvio: tiveram suas necessidades atendidas, mas, infelizmente, hoje, por estarem supridas, não enxergam a necessidade de sacrificar.

“A nossa alma está saturada do escárnio dos que estão à sua vontade e do desprezo dos soberbos.” (Salmos 123:4)

A cada campanha de fé temos amadurecido no que significa para nós o sacrifício, assim como para cada homem do passado houve um significado diferente. Para uns, adoração, para outros, petição, para outros, agradecimento e para Abraão, obediência a Deus.

Devemos fazer uma pergunta a nós mesmos: “Para quem estou apresentando meu sacrifício? Para homens, para a instituição Igreja Universal do Reino de Deus ou verdadeiramente para Deus?”

Em suma: o sacrifício está no DNA daqueles que são nascidos de Deus.

“Quando oferecerdes sacrifício pacífico ao SENHOR, oferecê-lo-eis para que sejais aceitos.” (Levítico 19:5)

“Quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, quer em cumprimento de voto ou como oferta voluntária, do gado ou do rebanho, o animal deve ser sem defeito para ser aceitável. Nele, não haverá defeito nenhum.”(Levítico 22:21)

“Então, haverá um lugar que escolherá o SENHOR, vosso Deus, para ali fazer habitar o seu nome; a esse lugar fareis chegar tudo o que vos ordeno: os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e toda escolha dos vossos votos feitos ao SENHOR” (Deuteronômio 12:11)
A igreja do Senhor Jesus, infelizmente, está rachada ao meio. De um lado, um povo fraco e, do outro, um povo forte; de um lado, um povo vencedor e, do outro, um povo vencido. E isso porque de um lado temos um povo puro, mas covarde ao sacrifício e, do outro, um povo impuro, cheio de disposição para sacrificar. Quem dera tivéssemos um povo puro e cheio de disposição para sacrificar. Os testemunhos seriam inevitáveis.
“Todas as coisas são puras para os puros. Todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.” (Tito 1:15)

DIA 13 DE DEZEMBRO É O DIA DE ATENDERMOS AO QUE DEUS ESTÁ NOS PEDINDO EM TODOS OS ALTARES DA IGREJA UNIVERSAL, NO BRASIL E NO MUNDO.

NA FÉ,

Obreiro Marcos
Ribeirão Preto (SP)

Por que Abraão?

domingo, 29 de novembro de 2009

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A escolha de Abraão como patriarca principal segue o critério Divino na criação. Ou seja, escolher o melhor para gerar o melhor. Princípio fundamental na geração de qualidade. Semente de qualidade, frutos de qualidade.

O patriarca da nação de Deus precisava ter caráter do tipo de Jó: íntegro e reto, temente a Deus e que fugia do mal. Diferenciado dos demais de sua época.

O caráter de Abraão em relação aos seus contemporâneos o qualificava para servir como gerador da nação onde o Filho de Deus viria nascer.

Apesar de sua história não registrar qualquer feito milagroso extraordinário, seu caráter testemunhava a seu favor, além de sua fé.

Grande exemplo disso aconteceu no resgate do sobrinho. Na oportunidade, Ló havia sido preso e levado cativo. Abraão ajuntou seus homens mais capazes, nascidos em sua casa, e perseguiu os quatro reis que haviam prevalecido contra cinco reinados, onde estava Ló.

Abraão não só venceu os quatro reis como libertou Ló e os cinco reis que estavam presos. Além disso, resgatou todos os pertences roubados dos cinco reis. E como prova de seu caráter ilibado devolveu tudo aos seus proprietários.

Todas as pessoas nascidas do Espírito assumem a fé e, consequentemente, possuem caráter tal e qual o de Abraão.

Também sua lealdade a Sara, mesmo vivendo em meio à corrupção do gênero humano, atendia ao perfil fiel para o projeto do Criador. Nem a esterilidade dela serviu de motivo para interromper seu amor, fidelidade e consideração por todo o tempo em que viveram.

Na visão Divina, uma pessoa capaz de amar, ser leal e considerar a quem vê, também é capaz de fazer o mesmo em relação a Quem não vê.

O casamento de Abraão foi decisivo na sua escolha como Patriarca da nação de Israel. Os dois precisavam ter o mesmo espírito, a mesma fé, o mesmo objetivo.

O Exemplo de Abraão

terça-feira, 24 de novembro de 2009

abraao

“Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque era ele único, quando eu o chamei, o abençoei e o multipliquei.” (Isaías 51:2)

Por que Deus pede para que olhemos para Abraão? O que Ele quer nos mostrar? Se não houvesse algo importante, para que olhar para ele?

O que Deus quer nos mostrar é até que ponto Abraão chegou com a sua obediência, dando para Deus algo que não daria a ninguém devido a seu valor e importância: o próprio filho. Algo que era insubstituível.

Deus mostra um homem chegando ao limite de sua fé e Ele, a ponto de fazer um juramento, coloca-Se como garantia. (Gênesis 22.16)

Se a pessoa vir o que Abraão fez e fizer o mesmo, Deus fará em sua vida o que fez na vida de Abraão. A grandeza da fé de Abraão está na obediência.

Existem os que creem e os que não creem. Para quem olhar? OS QUE CREEM OLHAM PARA ABRAÃO.

Você crê que Deus pode mudar esta situação terrível que vive na família, no amor, na saúde ou na sua vida financeira? Então, use o seu Isaque e prove a Deus. E no altar você poderá dizer: “Deus, o Senhor já está me devendo porque eu também cheguei ao limite da minha fé!” E como Deus não pode ficar devendo nada a ninguém, VAI TER QUE ARREBENTAR!!!!

Deus abençoe abundantemente!

Bispo Romualdo Panceiro

Vida Sentimental

domingo, 8 de novembro de 2009

Cheguei à Igreja no dia dos namorados, 12 de junho de 2004. Estava me sentindo completamente rejeitada e humilhada. Não era para menos. O meu namorado, na época, havia terminado o relacionamento comigo naquele dia.

Acredito que para a maioria das pessoas o dia dos namorados representa um dia de sonhos, expectativas, declarações, etc. Para mim também representaria se não fosse o término do meu relacionamento. Esse dia eu amaldiçoei.

Fiquei tão atordoada e magoada, que disse que nunca mais olharia para este dia com alegria. Para mim, nos próximos anos, na verdade, representaria tristeza e humilhação, por lembrar do tremendo “fora” que levei em pleno dia dos namorados.

Naquele ano, o dia 12 de junho caíra em um sábado. Resolvi, então, ir à Igreja Universal para participar da reunião Terapia do Amor. Estava muito deprimida. Mesmo assim, consegui ter forças para ir à igreja. Eu sabia que ali teria alguma resposta para tudo o que estava acontecendo comigo.

Ao começar a reunião, o pastor pediu para que todos os que estavam passando por algum problema sentimental fossem até a frente do altar. Fui sem hesitar. No momento da oração, senti fortemente que Deus estava me abraçando, isto é, me consolando. Foi nesse instante que disse a Deus que nunca mais eu iria querer saber de ter algum compromisso com alguma pessoa que não fosse com Ele.

No sábado seguinte, já estávamos na Fogueira Santa. Aos poucos, fui aprendendo sobre a campanha. Apesar de saber que havia sido trocada e rejeitada, tinha esperanças de que meu ex-namorado voltasse comigo, mesmo não servindo para mim.

Fiz meu sacrifício e meu pedido. Com o passar dos dias, não vi resposta alguma. Mas, ao invés de ficar triste ou ressentida com Deus, Lhe agradeci por não me conceder o que eu pedira. Ainda bem, só Ele sabia o que estava à minha espera. Seja de bom ou de ruim.

Continuei na perseverança. A essa altura já não nutria mais nenhum sentimento por aquele rapaz. Perseverei nas correntes, na evangelização e, principalmente, na fé. Foi quando chegou a Fogueira Santa seguinte.

Nesse momento, me sentindo mais madura espiritualmente, decidi deixar a cargo de Deus a minha bênção sentimental. Lembrei-me do que disse D. Ester, em uma pregação que fez na Catedral do Rio de Janeiro, cuja mensagem estava escrita na Folha Universal daquele ano. Ela disse que não era para nos preocuparmos com a aparência física do nosso (a) futuro (a) amado (a) e sim, que pedíssemos a Deus que Ele viesse preparar a pessoa certa para nós. E que essa pessoa, além de ter dentro de si a intenção de nos fazer feliz, que combinasse conosco.

Aí estava a solução que tanto procurava nas minhas orações. No dia do meu sacrifício, pedi a Deus exatamente isso que havia lido. Sacrifiquei e esperei convicta que receberia a minha resposta mais cedo ou mais tarde.

Veja o que aconteceu comigo: a Fogueira Santa acontecera em janeiro, naquele ano de 2005. Conheci um rapaz que sempre sentava perto de mim e nunca o percebera (e vice-versa), em fevereiro. Começamos a namorar alguns meses depois. E no dia 12 de junho de 2005, ou seja, exatamente 1 ano depois de chegar à Igreja, arrasada e para baixo, Deus ergueu minha cabeça, levantando-me para Sua obra. Deus me honrou tanto e foi tão bom comigo, que fez isso só para tornar aquele dia tão triste para mim, em um dia de muita felicidade. Um ano depois me casei e hoje sou muito feliz. Talvez não exista ninguém que combine tanto comigo como meu esposo.

Acredito realmente que quando nos sacrificamos e sacrificamos a Deus, Ele nos honra. Não importa o tempo, porque para o Dono do Universo, o tempo é o que menos importa. Sinceramente, não imaginava ser respondida na minha vida sentimental, logo no mês seguinte à Fogueira.

Talvez essa seja a razão de ter sido abençoada tão rapidamente: não estava esperando. Melhor dizendo, dentro de mim não havia espaço para ansiedade. Eu tinha absoluta certeza de que minha bênção viria. E isso me fazia feliz. Sabia que não seria, de nenhum modo, desamparada.

É isso o que Deus faz: quando não nos importamos em receber uma bênção, apesar de a desejarmos tanto, Deus nos dá bem rápido. Acredito que seja porque Ele não quer que nada tome o Seu lugar no nosso coração.

Na fé.

JAQUELINE CORREA

Fogueira Santa de Israel 2008 – Montes da Fé – Parte 5

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Assista dia 6 a sexta oração nos 7 montes.

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Guardiões da Fé